Unidades de Conservação no Brasil

trajetória, perspectivas e estratégias para a sustentabilidade ambiental

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18226/22370021.v14.n2.17

Palavras-chave:

unidades de conservação, gestão ambiental, legislação ambiental, SNUC

Resumo

As Unidades de Conservação (UCs) desempenham um papel fundamental na preservação de ecossistemas, tanto em nível nacional quanto global. A história revela uma preocupação contínua com a conservação ambiental, desde os tempos antigos, resultando na criação de áreas protegidas. No Brasil, apesar das primeiras iniciativas legais de conservação ambiental remontarem ao período colonial, foi somente em 1937 que o primeiro parque nacional foi estabelecido. Este estudo aborda a evolução das UCs no Brasil, desde o período colonial até a implementação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), em 2000. O objetivo central é realizar uma análise detalhada da evolução, estado atual e perspectivas futuras das UCs no Brasil. A metodologia adotada foi uma revisão narrativa, que permitiu uma análise abrangente da trajetória histórica, legislações e práticas de conservação ambiental. Os resultados indicam avanços significativos na gestão das UCs com a introdução do SNUC, no entanto, identificaram-se também desafios persistentes. A utilização da matriz SWOT como ferramenta analítica sugere melhorias na gestão das UCs, enfatizando a necessidade de políticas públicas e estratégias adaptativas para melhorar sua gestão e maximizar os benefícios ambientais e sociais. Os resultados deste estudo reforçam a premissa de que a proteção efetiva das áreas naturais é fundamental para a sustentabilidade ambiental do Brasil, fornecendo orientações significativas para o desenvolvimento futuro das políticas e práticas de conservação no país.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Elpida Andréia de Queiroz Niko Kavouras, Universidade Federal do Ceará

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Ceará (2009) e em Tecnologia em Hotelaria pelo Instituto Federal do Ceará (2017), mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal do Ceará - PRODEMA/UFC (2012) e é doutoranda em Desenvolvimento e Meio Ambiente na UFC. Foi servidora estadual da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (SEMACE), exercendo o cargo de Fiscal Ambiental de 2010 a 2019. Atualmente é Professora EBTT do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará - IFCE, Campus Tauá, tendo ingressado na Instituição em abril de 2019, e está como coordenadora de pesquisa e extensão do campus.

Antonio Jeovah de Andrade Meireles, Universidade Federal do Ceará

Professor do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Ceará (UFC) e dos Programas de Pós-Graduação em Geografia (PPGeo/UFC/CAPES 6) e em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA/UFC/CAPES 5). Doutor em Geografia pela Universidade de Barcelona (2001). Sou pesquisador em Geociências, com ênfase em Geografia Física e Geomorfologia, atuando principalmente nos seguintes temas: indicadores geoambientais de flutuações do nível relativo do mar e mudanças climática, evolução geomorfológica da planície costeira, planejamento e gestão, impactos socioambientais de grandes empreendimentos no litoral, cartografia social, justiça ambiental e climática. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq - Nível 1B)

Referências

ALONSO, A.; COSTA, V.; MACIEL, D. Identidade e estratégia na formação do movimento ambientalista brasileiro. Novos estud. CEBRAP, São Paulo, n. 79, nov. 2007. Disponível em: https://www.scielo.br/j/nec/a/v7D5qBHntPtQzG4WQ9nCRcp/. Acesso em: 10 set. 2023.

ARAÚJO, M. A. R. Unidades de conservação no Brasil: a história de um povo em busca do desenvolvimento e da proteção da natureza. In: NEXUCS. (Org.). Unidades de conservação do Brasil: o caminho para gestão de resultados. São Carlos: RiMa, 2012.

BARRETO FILHO, H. T. Notas para uma história social das áreas de proteção integral no Brasil. In: RICARDO, F. (org.) Terras Indígenas e Unidades de Conservação. São Paulo: Instituto Sócioambiental, 2004. Disponível em: https://iieb.org.br/wp-content/uploads/2019/01/ artigo_henyo.pdf. Acesso em 10 ago. 2023.

BARROS, A. C. A Construção da política nacional de áreas protegidas fortalecendo as estratégias de conservação, uso e repartição de benefícios da biodiversidade no Brasil. Anais do IV Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação, vol 2, p.177-186. Curitiba: Fundação O Boticário de Proteção à Natureza & Rede Pró Unidades de Conservação. 2004.

BRASIL. Constituição (1934). Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil. Rio de Janeiro, 1934a.

BRASIL. Decreto nº 23.793 de 23 de janeiro de 1934. Approva o Código Florestal. Diário Oficial da União, Rio de Janeiro, RJ, 23 jan. 1934b

BRASIL. Decreto nº 23.672 de 2 de janeiro de 1934. Approva o Código de Caça e Pesca. Diário Oficial da União, Rio de Janeiro, RJ, 2 jan. 1934c.

BRASIL. Decreto nº 16.667, de 27 de setembro de 1944. Aprova o Regimento do Serviço Florestal do Ministério da Agricultura. D.O.U. 31/12/1944.

BRASIL. Lei nº 4.771 de 15 de setembro de 1965. Institui o Código Florestal. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 15 set. 1965.

BRASIL. Decreto-Lei nº 289 de 28 de fevereiro de 1967. Cria o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF). Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 28 fev. 1967a.

BRASIL. Lei nº 5.197 de 3 de janeiro de 1967. Dispõe sobre a proteção à fauna e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 3 jan. 1967b.

BRASIL. Decreto 73.030, de 30 de outubro de 1973. Cria, no âmbito do Ministério do Interior, a Secretaria Especial do Meio Ambiente - SEMA, e dá outras providências. Brasília: Diário Oficial, 30 de outubro de 1973.

BRASIL. Lei nº 6.902 de 27 de abril de 1981. Dispõe sobre a criação de Estações Ecológicas e Áreas de Proteção Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 27 abr. 1981a.

BRASIL. Lei nº 6.938 de 31 de agosto de 1981. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 31 ago. 1981b.

BRASIL. Decreto nº 89.336 de 31 de janeiro de 1984. Institui as Reservas Ecológicas (RESEC) e Áreas de Relevante Interesse Ecológico (ARIE). Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 31 jan. 1984.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988.

BRASIL. Lei nº 7.735 de 22 de fevereiro de 1989. Cria o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 22 fev. 1989.

BRASIL. Decreto nº 98.987 de 7 de fevereiro de 1990. Institui as Reservas Extrativistas. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 7 fev. 1990.

BRASIL. Decreto nº 1.992 de 20 de junho de 1996. Reconhece as Reservas Particulares do Patrimônio Natural - RPPN. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 20 jun. 1996.

BRASIL. Lei nº 9.605 de 12 de fevereiro de 1998. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 12 fev. 1998.

BRASIL. Lei nº 9.985 de 18 de julho de 2000. Regulamenta o art. 225, § 1º, incisos I, II, III e VII da Constituição Federal, institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 18 jul. 2000.

BRASIL. Decreto nº 4.340 de 22 de agosto de 2002. Regulamenta artigos da Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza - SNUC, e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 22 ago. 2002.

BRASIL. Lei nº 11.516 de 28 de agosto de 2007. Cria o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 28 ago. 2007.

BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima: volume 2: estratégias setoriais e temáticas. Brasil, 2016. Disponível em: https://www.gov.br/mma/pt-br/assuntos/ecossistemas-1/biomas/arquivos-biomas/plano-nacional-de-adaptacao-a-mudanca-do-clima-pna-vol-i.pdf. Acesso em: 14 set. 2023.

BRASIL. Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Cadastro Nacional de Unidades de Conservação (CNUC), 2023. Disponível em: https://www.gov.br/mma/pt-br/assuntos/areas-protegidas/plataforma-cnuc-1. Acesso em: 20 set. 2023.

BRITO, M. C. W. Unidades de conservação: intenções e resultados. São Paulo: Annablume - FAPESP, 2000.

CABRAL, N. R. A. J. & SOUZA, M. P. Área de Proteção Ambiental: planejamento e gestão de paisagens protegidas. São Carlos: Rima Editora, 2002.

CASTRO JR., E.; COUTINHO, B. H.; FREITAS, L. E. Gestão da biodiversidade e áreas protegidas. In: GUERRA, A. J. T.; COELHO, M. C. N. Unidade de Conservação: abordagens e características geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. Disponível em: https://observatorioareasprotegidas.paginas.ufsc.br/files/2018/11/Castro-Jr.-Gest%C3%A3o-da-biodiversidade.pdf. Acesso em 10 set. 2023.

CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração - Uma Visão Abrangente da Moderna Administração das Organizações. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2020.

COELHO, B. H. S. Evolução histórica e tendências das áreas naturais protegidas: de sítios sagrados aos mosaicos de unidades de conservação. Diversidade e Gestão, Três Rios, Volume especial, n. 2, p. 106-121, 2018. Disponível em: https://itr.ufrrj.br/diversidadeegestao/wp-content/uploads/2019/02/Breno-Herrera.pdf. Acesso em: 17 ago. 2023.

COSTA, J. P. O. Áreas Protegidas. Disponível em: em http://www.mre.gov.br/cdbrasil/ itamaraty/web/port/meioamb/arprot/apresent/apresent.htm. Acesso em: 12 ago. 2023.

CRAVEIRO, J. R. V. Caracterização das unidades de conservação: referências sobre o sistema nacional de unidades de conservação da natureza. Trabalho apresentado no 1° Simpósio de Pós-graduação em Geografia do estado de São Paulo – SIMPGEO-SP, de 17 a 19 de novembro de 2008. Disponível em: http://www.observatoriogeograficoamericalatina.org. Acesso em: 18 set 2023.

DAVENPORT, L.; RAO, M. A história da proteção: paradoxos do passado e desafios do futuro. In: TERBORGH, John; VAN SCHAIK, Carel; DAVENPORT, Lisa; RAO, Madhu (orgs.). Tornando os parques eficientes: estratégias para a conservação da natureza nos trópicos. Curitiba: ed. UFPR e Fundação O Boticário, 2002.

DEAN, W. A Ferro e Fogo: A História da Devastação da Mata Atlântica Brasileira. São Paulo: Cia das Letras, 2002.

DÍAZ, S. et al. Pervasive human-driven decline of life on Earth points to the need for transformative change. Science, v. 366, n. 6471, 2019. Disponível em: https://www.science.org/ doi/10.1126/science.aax3100. Acesso em: 28. jul. 2023

DIEGUES, A. C. O mito da natureza intocada. 6ª ed, ampliada – São Paulo: Huciter: Napaub-USP/ CEC, 2008.

DRUMMOND, B.; PEREIRA, P. A.; FERNANDES, A. S. O olhar para o potencial turístico como elemento agregador em estudos de criação de Unidade de Conservação. Caderno Virtual de Turismo, Rio de Janeiro, v. 17, n. 1, p. 16-29, 2017 . Disponível em: http://www.ivt.coppe.ufrj.br/caderno/index.php/caderno/article/view/1426/0Acesso em: 10 ago. 2023.

DRUMMOND, J. A.; FRANCO, J. L. A.; OLIVEIRA, D. Uma análise sobre a história e a situação das unidades de conservação no Brasil. In: GANEM, Roseli Sena (Org.). Conservação da Biodiversidade: Legislação e Políticas Públicas. Brasília: Editora Câmara, 2010.

DRUMMOND, J.; BARROS-PLATIAU, A.F. Brazilian environmental laws and policies, 1934-2002: a critical overview. Law and Policy, Denver, vol. 28, n° 1, p. 83-108, January 2006. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1111/j.1467-9930.2005.00218.x. Acesso em: 10 ago. 2023.

FARIAS, T. Q. Aspectos gerais da política nacional do meio ambiente – comentários sobre a Lei nº 6.938/81. In: Âmbito Jurídico, Rio Grande, 35, 2006. Disponível em: http://www.ambitojuridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=1544. Acesso em 14 ago. 2023.

FRANCO, J. L. A; SCHITTINI, G. M.; BRAZ, V. S. História da Conservação da Natureza e das Áreas Protegidas: Panorama Geral. Historiæ, Rio Grande, v. 6, n. 2, p. 233-270, 2015. Disponível em: https://periodicos.furg.br/hist/article/view/5594. Acesso em: 10 set. 2023.

GODOY, L. R. C.; LEUZINGER, M. D. O financiamento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação no Brasil: características e tendências. Brasília, Revista de informação legislativa, v. 52, n. 206, p. 223-243, abr./jun. 2015. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/ril/edicoes/52/206/ril_v52_n206_p223.pdf. Acesso em: 13 set. 2023.

GREEN, B. N.; JOHNSON, C. D.; ADAMS, A. Writing narrative literature reviews for peer-reviewed journals: Secrets of the trade. Chiropratic Medicine, 5(3), 101-117, 2006. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0899346707601426. Acesso em: 11 ago. 2023.

HASSLER, M. L. A importância das Unidades de Conservação no Brasil: Sociedade e Natureza, Uberlândia, 17 (33): 79-89, dez. 2005. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/3213/321327187006.pdf. Acesso em 10 ago. 2023.

LAUSCHE, B. Guidelines for Protected Areas Legislation. Gland: IUCN Environmental Policy and Law Paper Nº 81, p. 26-27, 2011.

LEUZINGER, M. D. Natureza e Cultura: Direito ao Meio Ambiente Equilibrado e Direitos Culturais diante da Criação de Unidades de Conservação de Proteção Integral e Domínio Público Habitadas por Populações Tradicionais. Tese (doutorado) – Universidade de Brasília, 2007. Disponível em: https://repositorio.unb.br/handle/10482/4803. Acesso em: 15 set. 2023.

LEUZINGER, M. D.; CAMPANHA, P. C.; SOUZA, L. R. História e relevância do Sistema Nacional de Unidades de Conservação: os 20 anos da Lei Nº 9.985/00. In: Os 20 anos da lei do sistema nacional de unidades de conservação / organizadores, Márcia Dieguez leuzinger. [et al.]. – Brasília: UniCEUB: ICPD, 2020. Disponível em: https://repositorio.uniceub.br/jspui/bitstream/prefix/14816/4/EBook%20SNUC.pdf. Acesso em: 10 set. 2023.

LOPES, E. R. N. Aspectos Ambientais e Históricos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação: 12 Anos de Implantação. Nature and Conservation, Aquidabã, v.6, n.2, mai.-out. 2013. Disponível em: https://www.academia.edu/36403172. Acesso em: Acesso em: 10 ago. 2023.

LOUREIRO, C. F. B.; CUNHA, C. C. Educação ambiental e gestão participativa de unidades de conservação: elementos para se pensar a sustentabilidade democrática. Ambiente & Sociedade, Campinas, v. XI, n. 2, p. 237-253, jul.-dez, 2008. Disponível em: https://www.scielo.br/j/asoc/a/xT99ttVXqTpmsY3XcZvYfMv/#. Acesso em: 10 set. 2023.

LOVEJOY, T. E. Protected areas: a prism for a changing world. Trends in ecology and evolution, 21 (3), 329-333, 2006. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0169534706001297. Acesso em: 15 ago. 2015.

MACIEL, M. A. Unidades de Conservação: breve histórico e relevância para a efetividade do direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. Âmbito Jurídico, Rio Grande, XIV, n. 90, jul 2011. Disponível em: https://ambitojuridico.com.br/cadernos/direito-ambiental/unidades-de-conservacao-breve-historico-e-relevancia-para-a-efetividade-do-direito-ao-meio-ambiente-ecologicamente-equilibrado/. Acesso em 10 ago. 2023.

MACKINNON, J.; MACKINNON, K.; CHILD, G.; THORSELL, J. Managing protected areas in the tropics. Gland: IUCN/ Unep, 1986.

MARETTI, C. C.; CATAPAN, M.; ABREU, M. J. P.; OLIVEIRA, J. E. D. Áreas Protegidas: Definições, Tipos e Conjuntos - reflexões conceituais e diretrizes para gestão. In: CASES, M. O. (Org.). Gestão de Unidades de Conservação: compartilhando uma experiência de capacitação. 1ed. Brasília: WWF-Brasil, 2012, v.1, p. 331-367

MEDEIROS, R. A Proteção da Natureza: das Estratégias Internacionais e Nacionais às demandas Locais. Rio de Janeiro: UFRJ/PPG. 2003, 391p. Tese (Doutorado em Geografia). Disponível em: https://pantheon.ufrj.br/. Acesso em: 28 ago. 2023.

MEDEIROS, R. Evolução das Tipologias e Categorias de Áreas Protegidas no Brasil. Ambiente & Sociedade, vol. IX, nº 1, jan./jun. 2006. Disponível em: https://www.scielo.br/j/asoc/a/C4CWbLfTKrTPGzcN68d6N5v/. Acesso em 10 ago. 2023.

MEDEIROS, R.; IRVING, M.; GARAY, I. A Proteção da Natureza no Brasil: evolução e conflitos de um modelo em construção. RDE. Revista de Desenvolvimento Econômico, n° V, ano VI, no. 9, 2004, p. 83-93. Disponível em: https://revistas.unifacs.br/index.php/rde/article/view/115. Acesso em: 13 ago. 2023.

MEDEIROS, R. & GARAY, I. 2006. Singularidades do sistema de áreas protegidas no Brasil e sua importância para a conservação da biodiversidade e o uso sustentável de seus componentes. In: GARAY, Irene Ester Gonzalez; BECKER, Bertha Koiffman. (Org.). Dimensões humanas da biodiversidade: o desafio de novas relações sociedade-natureza no século XXI. Petrópolis, 2006, p. 159-184.

MEDEIROS, R.; COUTINHO, B.; MARTINEZ, M. I.; ALVARENGA JR., M.; YOUNG, C. E. F. Contexto Geral das Unidades de Conservação no Brasil. In: YOUNG, Carlos Eduardo Frickmann; MEDEIROS, Rodrigo (Org.). Quanto vale o verde: a importância econômica das unidades de conservação brasileiras. Rio de Janeiro: Conservação Internacional, 2018. p. 13-30. 180p. Disponível em: https://www.wwf.org.br/?66982/Quanto-Vale-o-Verde-A-Importncia-Econmica-das-Unidades-de-Conservao-Brasileiras. Acesso em: 29 jul. 2023.

MERCADANTE, M. Uma década de debate e negociação: a história da elaboração da Lei do SNUC. In: BENJAMIN, A.H. (org.) Direito Ambiental das Áreas Protegidas. Rio de Janeiro: Ed. Forense Universitária, 2001, p. 190-231.

MILANO, M.S. Mitos no manejo de unidades de conservação no Brasil, ou a verdadeira ameaça. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO, 2. 2000. Anais... Campo Grande, MS: Rede Nacional Pró-Unidades de Conservação. Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, 2000. V 1, p. 11 - 25.

MILARÉ, E. Direito do ambiente. 11. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2018.

MIRANDA, E. E. Água na natureza, na vida e no coração dos homens. São Paulo: Campinas, 2004. Disponível em: www.aguas.cnpm.embrapa.br. Acesso em: 13 julho 2023.

NASH, R. Wilderness and the American Mind (Fifith ed.). New Haven: Yale University Press, 2014.

OLIVEIRA, A. I. A. História da Legislação Ambiental. Revista Movimento Ambiental. Edição Nº03. Ipso Facto Editora, Santa Catarina, 2009. Disponível em: www.movimentoambiental.org.br. Acesso em: 30 ago. 2023.

PÁDUA, J. A. A ocupação do território brasileiro e a conservação dos recursos naturais. In: MILANO, M.; TAKAHASHI, L.; NUNES, M. (Org.). Unidades de Conservação: Atualidades e Tendências. Curitiba: Fundação O Boticário, 2004.

PADUA, J.A. Um sopro de destruição – Pensamento político e crítica ambiental no Brasil escravista (1786-1888). Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2003..

PUREZA, F.; PELLIN, A.; PADUA, C. Unidades de conservação: fatos e personagens que fizeram a história das categorias de manejo. São Paulo: Matrix, 2015.

SANTOS, N. M. P.; AMORIM, R. R.; Áreas Protegidas: Evolução Histórica e Conceitual e Seus Significados na Agenda Ambiental Global do Século XXI. In: Anais do Evento em Comemoração aos 20 anos do Programa de Pós-graduação em Geografia. Campinas: Instituto de Geociências, Universidade Estadual de Campinas (IG-UNICAMP), 2022. Disponível em: https://ocs.ige.unicamp.br/ojs/20anosppgg/article/view/3865. Acesso em: 5 ago. 2023.

SCHENINI, P. C.; COSTA, A. M.; CASARIN, V. W. Unidades de conservação: aspectos históricos e sua evolução. In: Congresso Brasileiro de Cadastro Técnico Multifinalitário, 6, Florianópolis, 2004. Disponível em: http://igeologico.sp.gov.br/wp-content/uploads/cea/PedroCarlosS.pdf. Acesso em: 23 ago. 2023

SORRENTINO, M. Educação Ambiental como Política Pública. In: Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 2, p. 285-299, maio/ago. 2005.

STOLTON, S.; DUDLEY, N. (Eds.). Arguments for Protected Areas: Multiple Benefits for Conservation and Use. Londres: Earthscan, 2010. 296 p. ISBN 9781844078806 (hbk); ISBN 9781844078813 (pbk). Disponível em: https://www.cambridge.org/core/journals/oryx/article/. Acesso em: 11 set. 2023.

UNEP-WCMC; IUCN. Protected Planet Report 2020. UNEP-WCMC and IUCN.: Cambridge UK; Gland, Switzerland, 2021.

WEST, P.; IGOE, J.; BROCKINGTON, D. Parks and people: the social impact of protected áreas. Annual Review of Anthropology. Palo Alto, v. 35, p. 251 – 277, 2006. Disponível em: https://www.annualreviews.org/doi/abs/10.1146/annurev.anthro.35.081705.123308. Acesso em: 10 ago. 2023.

WETTERBERG, G. B. 2004. The concept of protected area system based on pleistocene refuges. In: MILANO, M. et al (Orgs). Unidades de Conservação: Atualidades e tendências. Curitiba: Editora Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, 2004.

WORBOYS, G. L.; LOCKWOOD, M.; KOTHARI, A.; FEARY, S.; PULSFORD, I. Protected Area Management. ANU Press: Canberra, 2015.

YOUNG, C. E. F.; MEDEIROS, R. Quanto vale o verde: a importância econômica das unidades de conservação brasileiras. Rio de Janeiro: Conservação Internacional, 180pp, 2018. Disponível em: https://www.funbio.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Quanto-vale-o-verde.pdf. Acesso em: 30. jul. 2023.

Downloads

Publicado

02-04-2025

Como Citar

Kavouras, E. A. de Q. N., & Andrade Meireles, A. J. de. (2025). Unidades de Conservação no Brasil: trajetória, perspectivas e estratégias para a sustentabilidade ambiental. Revista Direito Ambiental E Sociedade, 14(2), 1–31. https://doi.org/10.18226/22370021.v14.n2.17

Artigos Semelhantes

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.