Concepções de infância a partir de crianças do terceiro ano do Ensino Fundamental I

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18226/21784612.v31.e026021

Palabras clave:

Filosofía de la Infancia, Niños, Escuela, Años Iniciales

Resumen

Poner en diálogo lo que los niños entienden sobre sí mismos con lo que dicen filósofos que hablan de la infancia es el desafío de este artículo, que resulta de la investigación de Maestría en Educación, realizada con el apoyo de la Coordinación de Perfeccionamiento de Personal de Nivel Superior – Brasil (CAPES). El estudio aborda la siguiente pregunta: ¿qué concepciones de infancia son manifestadas por niños de la Enseñanza Fundamental? La investigación de campo fue realizada junto a niños del tercer año de los Años Iniciales de la Educación Básica, en dos escuelas públicas de la región del Vale do Itajaí, SC, con un grupo de cada escuela. El objetivo es comprender las concepciones contemporáneas de infancia a partir de las contribuciones de los niños y de la Filosofía de la Infancia. Para esto, se explicitan las comprensiones de infancias presentes en la Filosofía de la Infancia y se identifican las concepciones de infancia expresadas por los niños participantes de la investigación. Se contribuye, así, con los estudios sobre y la educación de los niños en nuestra modernidad, cuestionando algunas de sus concepciones. La metodología es cualitativa, con revisión bibliográfica y estudio de campo. Los datos fueron generados con dibujos y grupos focales con los niños. Los autores relevantes en la investigación son Carlos Ernesto Noguera-Ramírez (2011), Hannah Arendt (2016), Walter Omar Kohan (2007-2011), Gilles Deleuze y Félix Guattari (2012), Jan Masschelein y Maarten Simons (2013), Friedrich Nietzsche (2018), Jacques Rancière (2002), Giorgio Agamben (2014), Miguel Arroyo (2012), Dora Lilia Marín-Díaz (2009). La inspiración en la genealogía de Michel Foucault (2014) pautó el análisis de los datos, que muestra una aproximación entre las enunciaciones de los niños con los estudios de la Filosofía de la Infancia, contraponiéndose a las concepciones modernas de infancia.

Biografía del autor/a

Sarah Apfelgrün, FURB

Pedagoga, mestranda em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Regional de Blumenau (PPGE-FURB). Integrante do Grupo de Pesquisa Saberes de Si, vinculado ao PPGE/FURB

Celso Kraemer, Universidade Regional de Blumenau

Doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2008). Professor titular da Universidade Regional de Blumenau (FURB). Integrante do Grupo de Pesquisa Saberes de Si, vinculado ao PPGE/FURB. 

Citas

AGAMBEN, Giorgio. Infância e história: destruição da experiência e origem da história. 3 ed. Editora UFMG: Belo Horizonte, 2015.

AQUINO, Julio Roberto Groppa. A infância como solidão: mutações da experiência educacional contemporânea. Educação & Sociedade, v. 36, n. 131, p. 427–444, abr. 2015.

ARENDT, Hannah. A crise na educação. In: ARENDT, Hannah. Entre o passado e o futuro. 8. ed. São Paulo: Perspectiva, 2016.

ARIÈS, Philippe. História Social da Criança e da Família. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986.

ARROYO, Miguel G. corpos precarizados que interrogam nossa ética profissional. In: ARROYO, Miguel G.; SILVA, Maurício Roberto da (org.). Corpo-infância: exercícios tensos de ser criança, por outras pedagogias dos corpos. Petrópolis: Vozes, 2012.

BARBOUR, Rosaline. Grupos focais. Porto Alegre: Artmed, 2009.

DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia. São Paulo: Editora 34, 2012. v. 4. 176 p.

DUSSEL, I.; CARUSO, M. A invenção da sala de aula: uma genealogia das formas de ensinar. São Paulo: Moderna, 2003.

FOUCAULT, Michel. Arqueologia do saber. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2008.

FOUCAULT, Michel; MACHADO, Roberto. Microfísica do poder.22. ed. Rio de Janeiro: Graal, 2006. 295 p.

FOUCAULT, M. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 42.ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2014.

KOHAN, Walter O. Infância, estrangeiridade e ignorância: ensaios de Filosofia e Educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

KOHAN, Walter O. Infância. Entre Educação e Filosofia. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2011, 264 p.

LARROSA, Jorge. Pedagogia profana: danças, piruetas e mascaradas. 6. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2022.

MASSCHELEIN, Jan; SIMONS, Maarten. Em defesa da escola: uma questão pública. 2 ed. São Paulo: Autêntica. 2014.

MARÍN-DÍAZ, Dora Lília. Infância: discussões contemporâneas, saber pedagógico e governamentalidade, 2009. Dissertação. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

MINAYO, Maria Cecília de Souza (org). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1994.

NOGUERA-RAMÍREZ, Carlos Ernesto. Pedagogia e governamentalidade: ou Da Modernidade como uma sociedade educativa. São Paulo: Autêntica, 2011, 268 p.

PAULA, Carolina de; NICHOLS, Bruno Washington; FERREIRA, Gabriel Bento Leite; BERGAMASCHI, Pedro Lenhagui. Grupos focais em Ciência Política. In: SAMPAIO, Rafael Cardoso; PAULA, Carolina de (orgs). Manual de introdução às técnicas de pesquisa em Ciência Política. Brasília: ENAP, 2024.

RANCIÈRE, Jacques. O mestre ignorante: cinco lições sobre a emancipação intelectual. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.

STACCIOLI, Gianfranco. As di-versões visíveis das imagens infantis. Rev. Pro-Posições, Campinas, v.22, n.2, p. 21-37, mai/ago. 2011. Disponível em: https://www.scielo.br/j/pp/a/8HgGm9Ryp3Bd4DmtrZJSyjg/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 15 abr. 2025.

STACCIOLI, Gianfranco. Pensar com imagens: compreendendo a Infância por meio dos desenhos das crianças. 2. ed. São Carlos: Pedro e João Editores, 2024.

VARELA, Julia; ALVAREZ-URIA, Fernando. A maquinaria escolar. Teoria & Educação. São Paulo, n. 6, 1992.

Publicado

2026-10-23

Cómo citar

Apfelgrün, S., & Kraemer, C. (2026). Concepções de infância a partir de crianças do terceiro ano do Ensino Fundamental I. CONJECTURA: Filosofia E Educação, 31(1), .e026021. https://doi.org/10.18226/21784612.v31.e026021

Número

Sección

EDUCAÇÃO - Artigos