Vazão ecológica

um debate conceitual e metodológico entre os usos múltiplos das águas e suas funções ecossistêmicas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18226/22370021.v15.n2.011

Palavras-chave:

Conflitos ambientais, direito à água, gestão hídrica, vazão ecológica

Resumo

O objetivo do presente trabalho é discutir o instrumento da vazão ecológica a partir das suas implicações conceituais e metodológicas enquanto caminho de proteção das funções ecossistêmicas das águas ante os atuais desafios de compatibilização dos usos múltiplos na concessão de outorgas. Parte-se do mapeamento do estado da arte do conceito de vazão ecológica enquanto instrumento normativo para resguardar quantidades de água suficientes para preservar as funções ecológicas do corpo hídrico diante das retiradas concedidas por intermédio das outorgas. Deste mapeamento, serão discutidos os pontos críticos e as potencialidades da vazão ecológica como instrumento jurídico. A pesquisa, de natureza qualitativa, utiliza da revisão de literatura sobre o tema, triangulando distintas abordagens sobre sua acepção, além de realizar um estudo documental de iniciativas de regulamentação da matéria e pedidos de informação para os órgãos de gestão hídrica e ambiental, a fim de identificar os contornos de aplicabilidade da vazão ecológica no contexto nacional. Como argumento, tem-se que o instrumento permite a concretização de uma abordagem antropo-responsabilizante na gestão hídrica, sendo necessário superar desafios metodológicos e institucionais para aperfeiçoar a sua implementação. Por fim, chega à conclusão de que que os órgãos de gestão hídrica e ambiental não apresentam conhecimento sobre a conceituação da vazão ecológica e que a ausência de regulamentação federal unificando as metodologias de cálculo da reserva hídrica gera problemas de competência e de trâmites procedimentais distintos, prejudicando a aplicabilidade do referido instituto diante de um cenário que falha em conceituá-lo normativamente de forma alinhada à literatura especializada.

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Biografia do Autor

Talita de Fátima Pereira Furtado Montezuma, Universidade Federal do Ceará

Doutora em Direito pela Universidade de Brasília. Graduada e Mestre em Direito pela Universidade Federal do Ceará. Professora adjunta da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará. Docente credenciada ao Programa de Pós Graduação em Direito da Universidade Federal Rural do Semiárido. 

Luis Gustavo Régis Pitombeira, Universidade Federal Rural do Semi-Árido

Mestrando em Direito pela Universidade Federal Rural do Semiárido – UFERSA, na linha de pesquisa "Estado, conflitos e direitos fundamentais". Pós-graduado em Direito Digital pela Faculdade Legale. Professor na Faculdade Vidal de Limoeiro do Norte – FAVILI.

Victor Marcilio Pompeu, Unifor

Pós-Doutor em Direito Constitucional, com ênfase em Teoria do Estado e do Poder (2019). Doutor em Direito Constitucional pela Universidade de Fortaleza (2018). Mestre em Direito Constitucional pela UNIFOR (2015), tendo sido bolsista do Programa de Pós-Graduação em Direito da UNIFOR (CAPES/PROSUP). Graduado em Direito pela UNIFOR (2012). Professor do Programa de Pós-Graduação em Direito Constitucional e do Centro de Ciências Jurídicas da Universidade de Fortaleza. Pesquisador na área de Direito Penal e Teoria da Democracia.

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Publicado

14-01-2026

Como Citar

Pereira Furtado Montezuma, T. de F., Pitombeira, L. G. R., & Marcilio Pompeu, V. (2026). Vazão ecológica: um debate conceitual e metodológico entre os usos múltiplos das águas e suas funções ecossistêmicas. Revista Direito Ambiental E Sociedade, 15(2), 1–18. https://doi.org/10.18226/22370021.v15.n2.011

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