¿Cómo promover la oralidad en la escuela? Realidad y desafíos
realidades e desafios
DOI:
https://doi.org/10.18226/21784612.v31.e026004Palabras clave:
Oralidad, Prácticas, Educación infantil y primariaResumen
El presente artículo, que constituye un recorte de una investigación más amplia, se centra en la problemática de la promoción y el desarrollo de las competencias del modo oral en la escuela. Esta investigación se fundamenta en estudios que abordan la centralidad de la oralidad en la educación infantil y en la educación primaria, así como en el concepto y las dimensiones de la competencia comunicativa oral y en los principios metodológicos y las estrategias para la enseñanza explícita y la evaluación de la oralidad. El estudio presentaba dos objetivos específicos que orientan los análisis y las reflexiones críticas: identificar las representaciones de los profesores de educación infantil y de primaria sobre el papel de la oralidad en el currículo; y conocer las prácticas pedagógicas utilizadas en la clase para promover el desarrollo de la oralidad en los/as niños/as. Los participantes del estudio fueron una professora de educación infantil y una de primaria. La metodología privilegiada fue la investigación exploratoria y el instrumento de recogida de datos fue la entrevista semiestructurada. Las entrevistas fueron objeto de un análisis de contenido, del cual emergieron diversas categorías a partir del examen de los datos obtenidos. Los resultados apuntan a la presencia de la oralidad en los currículos; sin embargo, se observa una falta de trabajo intencional sobre la oralidad en la clase. A esta situación contribuye también la falta de una formación más estructurada en este ámbito, señalada por las profesoras. Los principales desafíos identificados se relacionan con la necesidad de concebir la oralidad como una práctica social, cultural y relacional, siendo el papel de la escuela y de la familia fundamental para la consecución de este propósito.
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