Relevância do emprego de metodologias participativas para a formação voltada ao campo do turismo

estudo de caso aplicado em disciplina de gestão de pessoas

Authors

  • Fernanda Costa da Silva Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.18226/21789061.v18ip026009

Keywords:

Metodologias participativas, Turismo, Ensino, Hotelaria

Abstract

This article presents a Case Study, conducted in 2024, to examine teaching and learning processes in tourism education, emphasizing the need for a more didactic approach rooted in innovative ways of knowing, learning, and teaching theory. It explores how undergraduate education can better prepare future professionals entering the tourism industry amid contemporary labor challenges. The study aims to foster reflection on the relevance of participatory methodologies in the classroom, encouraging critical and targeted training for future tourism professionals, particularly in light of today’s increasingly complex and precarious labor realities.

The qualitative findings highlight positive student feedback regarding the use of participatory teaching methodologies in undergraduate courses. Furthermore, the study invites deeper reflection on how to cultivate more empathetic, diverse, and critical pedagogical approaches in training future tourism professionals.

Author Biography

Fernanda Costa da Silva, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutora em Planejamento Urbano e Regional. Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/0779716151843962. E-mail: fernandacds@hotmail.com.

References

Althaus, M. T. M. (2011). Aprender, Conhecer e Ensinar: res¬significando conceitos para a docência universitária. X Congresso Nacional de Educação - EDUCERE, I Seminário Internacional de Representações Sociais, Subjetividade e Educação - SIRSSE Curitiba, PR, Brasil.

Bacich, L., & Moran, J. (2018). Metodologias ativas para uma educação inovadora: Uma abordagem teórico-prática. Penso.

Barbosa, D. P. & Medaglia, J. (2019). Tecnologia digital, turismo e os hábitos de consumo dos viajantes, Marketing & Tourism Review. v. 4, n. 2, ago-dez. NEECIM TUR - Núcleo de Estudos e Estratégias em Comunicação Integrada de Marketing e Turismo. Belo Horizonte, MG: UFMG.

Bortolon, E. (2023). Como a terceirização e a uberização precarizam as condições de vida dos trabalhadores. Brasil de Fato.

Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. (2023). Manual de orientação da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS): Ano-base 2022.

Brito, A. S. (2022). Ensino da teoria do turismo: contribuições e desafios na profissão docente. In: Teoria do turismo: interfaces, educação e práticas, Coleção desenvolvimento do turismo, v. 2. São Paulo: Edições EACH. p. 181-193.

Cabral, R. L. & Rocha, R. (2024). Dieese: reforma trabalhista e precarização dificultam acesso de jovens ao trabalho. CUT - Central Única dos Trabalhadores.

Cacho, A. N. B. & Azevedo, F. F. (2010). O turismo no contexto da sociedade informacional. Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo. v.4, n.2, p.31-48, ago.

Carvalho, L. (2016). Administração estratégica. Editora Senac, São Paulo.

Casemiro, P. & Moura, R. (2025). Crise de saúde mental: Brasil tem maior número de afastamentos por ansiedade e depressão em 10 anos. G1.

Cunha, M. B., Omachi, N. A., Ritter, O. M. S., Nascimento, J. E., Marques, G. Q. & Lima, F. O. (2024). Metodologias ativas: em busca de uma caracterização e definição. EDUR - Educação em Revista. v. 40. Belo Horizonte.

Dalmacco, D. (2020). Gestão da informação e inteligência de mercado. Editora Senac, São Paulo.

Dutra, J. S. (2019). Gestão de pessoas: Modelos, processos, tendências e perspectivas. Editora Atlas.

Forbes. (2025). Síndrome do Cargo Fictício: Quando o Título Não Reflete a Realidade. Economia em Pauta.

Fornari, F. G. P. (2022). Educação em turismo e o seu papel na construção de uma teoria do turismo. Teoria do turismo: interfaces, educação e práticas. Coleção desenvolvimento do turismo, v. 2. São Paulo: Edições EACH. p. 138-147

Freire, P. (1996). Pedagogia da autonomia: saberes necessá¬rios à prática educativa. São Paulo, Paz e Terra.

Freitas, L. B. A., Mario, L. R. & Stamm, C. (2022). Investigação teórico-epistemológica em turismo: uma revisão sistemática de literatura. Teoria do turismo: interfaces, educação e práticas. Coleção desenvolvimento do turismo, v. 2. São Paulo: Edições EACH. p. 90-101

Gomes, E. C. (2025). Trabalhar, sinônimo de adoecer. Outras Palavras.

Great Place to Work. (2024). Tendências Gestão de Pessoas – 2024. Relatório.

Krippendorf, J. (2006). Sociologia do Turismo: para uma nova compreensão do lazer e das viagens. Tradução: Contexto Traduções. São Paulo: Aleph.

Laville, C. (1999). A construção do saber: Manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Artmed; Editora UFMG.

Mota, K. M. (2007) Formação Superior em Turismo na Unifor/Ce: proposta, realidade e reflexo. Anuário de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação-Mestrado Em Turismo, Ceará.

Murr, C. E. & Ferrari, G. (2020). Entendendo e aplicando a gamificação: o que é e para que serve, potencialidades e desafios. Florianópolis: UFSC: UAB.

OIT. Organização Internacional do Trabalho. (2025). Escritório Regional da OIT para a América Latina e o Caribe Las Flores 275, San Isidro Lima, Peru.

Oliveira, R. A. (2018). Ética e responsabilidade social na hotelaria: Conceitos e práticas. Editora FGV.

Passos, J., Lacerca, J. (2025). Repórter SUS: classificação da OMS para síndrome de burnout passa a valer no Brasil. Portal Fiocruz.

Paula, S. C., Carvalho, F. C. C. & Pimentel, T. D. (2017). (In)Definição de Competências Laborais em Turismo: implicações sobre o perfil profissional. Rev. Latino-Am. Turismologia / RELAT, Juiz de Fora, v.3, n.2, Jul./Dez. p. 50-62.

Pereira, L. J. H. (2013). Retomar a crítica interna do capitalismo? Revisitando a análise das crises em Problemas de legitimação no capitalismo tardio de Habermas. Cadernos de Filosofia Alemã. nº 21. p. 61-84.

Ramos, A. S. M. & Mendes Filho, L. A., & Lobianco, M. M. L. (2017). Tecnologia da informação no turismo: Um enfoque gerencial. Prisma.

Rodriques. F. (2022). Ocupação de trabalhadores com ensino superior cresce 10 vezes menos que a dos sem instrução. Brasil de Fato.

Rossi, C. V. (2019). Administração estratégica: Modelos de mapeamento e processos de implementação. Editora Senac, São Paulo.

Santos, G. E. O. & Costa, B. V., & Malerba, R. C. (2015). Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Turismo: empregabilidade, perspectivas e percepções do egresso do IFSP. Revista Turismo em Análise, 26(3), 719.

Santos, L. O. S., Crotti, M. S. R. & Panosso Netto, A. (2022). Estado da pesquisa em turismo no Brasil: uma análise descritiva dos grupos de pesquisa em turismo do CNPq. Teoria do turismo: interfaces, educação e práticas. Coleção desenvolvimento do turismo, v. 2. São Paulo: Edições EACH. p. 77-89.

Sena, B. C. C. (2018). Gestão de pessoas: Conceitos e perspectivas para o turismo. Editora FGV.

Soares, C. (2021). Metodologias ativas: Uma nova experiência de aprendizagem. Editora Cortez.

Teberga, A., & Briguglio, B. (2025). O que explica a baixa sindicalização no setor de turismo e hospitalidade? Algumas pistas para iniciar a discussão. Labor Movens.

Vazquez, A. C. S. & Müller, C. M. (2017). Manual de boas práticas de recursos humanos. Porto Alegre, RS: Buqui.

Yin, R. K. (2005). Estudo de caso: Planejamento e métodos. Bookman.

Published

2026-05-07

How to Cite

da Silva, F. C. (2026). Relevância do emprego de metodologias participativas para a formação voltada ao campo do turismo: estudo de caso aplicado em disciplina de gestão de pessoas. Revista Rosa Dos Ventos - Turismo E Hospitalidade, 18, e026009. https://doi.org/10.18226/21789061.v18ip026009