Elígio Parise: Arte, Comunicação e Referência Fotográfica

Autores

  • Itamar Ferretto Comarú Rede Municipal de Ensino de Caxias do Sul

Resumo

Algumas fotografias tocam, nos arrepiam, causam repulsa ou atração, fazendo-nos pensar. Com elas percebemos a fragmentação social, as memórias e esquecimentos, a modificação das paisagens ou as continuidades e descontinuidades que se fazem presentes nos cotidianos urbanos ou rurais. A fotografia que faz pensar, como já se disse, permite que percebamos as mutações sociais dadas com o passar dos tempos. Transformações que suplantaram a solidez de uma Modernidade prodiga em impetrar padrões, regras e costumes, fazendo emergir novas sociedades individualizadas, que recriam constantemente as referências que lhes representam, tanto a si quanto aos outros, amparadas em mecanismos de atração ou repulsa. Nesse sentido, Maffesoli considera que todo mundo é de “um lugar, e crê, a partir desse lugar, ter ligações, mas para que esse lugar e essas ligações assumam todo o seu significado, é preciso que sejam, realmente ou fantasiosamente, negados, superados, transgredidos”

Biografia do Autor

Itamar Ferretto Comarú, Rede Municipal de Ensino de Caxias do Sul

Historiador e Mestre em Turismo pela Universidade de Caxias do Sul. Professor da rede municipal de ensino de Caxias do Sul/RS. Pesquisador da ifcultural Consultoria e Pesquisa.

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Publicado

2012-12-27

Como Citar

Comarú, I. F. (2012). Elígio Parise: Arte, Comunicação e Referência Fotográfica. Revista Rosa Dos Ventos - Turismo E Hospitalidade, 4(4). Recuperado de https://sou.ucs.br/etc/revistas/index.php/rosadosventos/article/view/1817