Linguagem como atividade discursiva: considerações sobre práticas escolares

Autores

  • Neiva M. Tebaldi Gomes (UNIRITTER) Universidade de Caxias do Sul

Resumo

Este artigo trata da atividade discursiva do falante, mais especificamente, da produção de leitura e de escrita escolar. A motivação para o estudo decorre da prática docente que vem revelando que muitos estudantes chegam aos cursos de pós-graduação com habilidades linguísticas que comprometem a aprendizagem e a sistematização do conhecimento. Consequência provável de um ensino pouco reflexivo, essas questões precisam ser repensadas nos cursos de formação de professores. Entre os aspectos a serem repensados estão concepções linguísticas que direcionam o trabalho do professor de língua. Para refletir sobre as implicações que essas concepções exercem sobre a atuação do professor, este texto ancora-se em ideias de pensadores como M. Bakhtin, L. Vygotsky e F. de Saussure, demonstrando que suas proposições podem contribuir para auxiliar o professor a repensar as práticas escolares de linguagem.

Biografia do Autor

Neiva M. Tebaldi Gomes (UNIRITTER), Universidade de Caxias do Sul

Doutor em Letras. Professor no Programa de Pós-graduação em Letras, Cultura e Regionalidade.

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Como Citar

Gomes (UNIRITTER), N. M. T. (2016). Linguagem como atividade discursiva: considerações sobre práticas escolares. ANTARES: Letras E Humanidades, 8(15), 113–128. Recuperado de https://sou.ucs.br/etc/revistas/index.php/antares/article/view/4402

Edição

Seção

DOSSIÊ LÍNGUA, ENUNCIAÇÃO, SEMÂNTICA E DISCURSO: Homenagem ao centenário de publicação do Curso de Linguística Geral